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OURÉM_MUNICÍPIO APROVA CONTAS DE 2018 POR UNANIMIDADE

A Câmara Municipal de Ourém aprovou as contas de 2018 por unanimidade, com um saldo positivo de 712 mil euros, informou a autarquia liderada por Luís Albuquerque (coligação PSD/CDS Ourém Sempre).

Em nota de imprensa, o Município de Ourém, no distrito de Santarém, adianta que foi aprovado o relatório de gestão e prestação de contas, votado por unanimidade, na reunião de segunda-feira, apresentando um resultado líquido positivo de cerca de 712 mil euros.

Este saldo “contrasta com os resultados apresentados nos últimos 12 anos, em que o mesmo foi consecutivamente negativo e que contribuiu para a deterioração dos capitais próprios do Município em cerca de 36 milhões de euros”, refere a autarquia.

Segundo a nota do presidente, o resultado do exercício de 2018 é “histórico” e “terá repercussões no investimento previsto a realizar no concelho nos próximos meses”.

O documento refere um grau de execução da receita na óptica das cobranças líquidas de 89,8%, superando a meta dos 85%. Excluindo os efeitos extraordinários das vendas de bens de investimento, de passivos financeiros e do saldo de gerência anterior, as receitas líquidas reflectem um aumento de 4,4% face ao ano anterior.

Relativamente às despesas, registou-se uma diminuição de 10,3%, o que representa um decréscimo de 3,5 milhões de euros, embora se tenha verificado um aumento das despesas com o pessoal, em 1,7 milhões de euros, decorrentes do processo de internalização da empresa Ourém Viva.

De acordo com a nota do presidente, a autarquia teve um resultado corrente positivo em 9,7 milhões de euros e resultado orçamental positivo em cerca de 6,9 milhões de euros.

Não há pagamentos em atraso e o prazo médio de pagamentos situa-se em 19 dias, quando em 2017 era de 25 dias.

Foi proposta ainda “uma revisão orçamental em alta, que prevê um reforço de um milhão de euros, passando o orçamento municipal para 43,96 milhões de euros”.

“É proposto que deste valor sejam alocados 385 mil euros na aquisição das quotas dos sócios da Fatiparques e no pagamento das dívidas existentes na empresa, para que possamos, de uma vez por todas, resolver mais este gravíssimo problema, que herdámos e que agora está perto de ser resolvido”, salientou o autarca na nota.



2019-04-19

OURÉM_CÂMARA APROVA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM A ACISO

Foi aprovado, na Reunião de Câmara de 15 de abril, o protocolo de Colaboração entre o Município de Ourém e a ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima “Promoção do Turismo Religioso em 2019 e 2020”.
O documento agora aprovado comtempla um apoio financeiro até ao montante de 95 mil euros, a disponibilizar em 3 fases, com vista à execução de uma parceria ativa para a promoção e desenvolvimento económico no concelho de Ourém e à consolidação da marca Fátima.
O montante em causa visa financiar os encargos decorrentes de diversas ações de promoção no âmbito da dinamização da marca Fátima, no contexto religioso, onde se destaca a realização do Workshop Internacional de Turismo Religioso.

2019-04-16

OURÉM_EXECUTIVO MUNICIPAL FEZ LEVANTAMENTO DO NÚMERO DE TURMAS NECESSÁRIAS PARA AS ESCOLAS DE FÁTIMA 2019/2020

O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque comunicou à Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, o número de turmas necessárias de forma a garantir que o ano letivo 2019/2020 decorre com normalidade no território educativo de
Fátima.

Este levantamento sobre as reais necessidades educativas de Fátima, prende-se com as dificuldades que os alunos desta Freguesia tiveram em conseguir colocação, no ano letivo de 2018/2019, nos
estabelecimentos de ensino com os quais o Estado mantém contratos de associação.

Desta forma, este trabalho de antecipação identificou como necessrias para o ano letivo de 2019/2020, 8 turmas do 5.º ano (+1), 8 turmas do 7.º ano (+2) e 6 turmas do 10.º ano (+1)

Com esta comunicação, o Executivo Municipal fica a aguardar o agendamento de uma reunião com a Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

2019-04-16

LEIRIA_CENTRO HOSPITALAR CRIA UNIDADE DE SAÚDE MENTAL COMUNITÁRIA

O Centro Hospitalar de Leiria anunciou hoje a criação da Unidade de Saúde Mental Comunitária do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental, na sequência das actividades já desenvolvidas em colaboração com os cuidados primários.

“O PsiCom é um programa de apoio orientado para as necessidades do doente de psiquiatria e saúde mental, ao favorecer o retorno a uma vida o mais normal possível, longe do internamento hospitalar, e ‘fugir’ do modelo hospitalocêntrico e rumar a uma abordagem voltada para os recursos comunitários”, explicou o director do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do CHL, Cláudio Laureano, citado numa nota de imprensa.

Segundo o psiquiatra, durante o ano 2018 foram realizadas 53 consultas de intervenção em crise na comunidade de doentes graves, 114 consultas domiciliárias multidisciplinares e consultadoria psiquiátrica com os Agrupamentos dos Centros de Saúde Oeste Norte e Pinhal Litoral.

Realizaram-se ainda “reuniões todos os meses nos Centros de Saúde de Alcobaça, Pombal, Arnaldo Sampaio e Gorjão Henriques”, em Leiria, “para discussão de mais de 110 situações clínicas complexas”, acrescentou o especialista.

O próximo passo é avançar com reuniões de consultadoria com os cuidados de saúde primários às unidades locais da Marinha Grande, Batalha, Porto de Mós e Nazaré.

“A nova unidade integra uma das mais prementes áreas da saúde mental, que é a da psiquiatria comunitária, e pretende desenvolver, melhorar e optimizar os cuidados prestados na área da saúde mental aos utentes adultos da área de influência do CHL, com especial incidência sobre a população com doença mental grave”, precisou a vogal do Conselho de Administração do CHL, Alexandra Borges, citada no mesmo comunicado.

O PsiCom prevê diversas áreas de intervenção, nomeadamente funcionando “como programa de acompanhamento por terapeuta de referência” e apoio domiciliário.

As actividades são realizadas através do agendamento de cuidados clínicos a ocorrer no hospital, centro de saúde, domicílio ou em outras estruturas comunitárias e através da realização de contactos telefónicos periódicos e frequentes entre o terapeuta de referência e os doentes/família dos cuidados de saúde primários.

A intervenção em crise também está contemplada, prevenindo “uma maior deterioração de um episódio agudo de doença” e “evitando idas ao Serviço de Urgência e internamentos, ou promovendo o acesso o mais precoce possível aos cuidados de saúde hospitalares, se necessário”.

A consultadoria psiquiátrica com os cuidados de saúde primários fomenta a articulação entre as estruturas parceiras e evita a utilização inadequada dos serviços de saúde, nomeadamente evitando-se episódios frequentes de urgência e encaminhamentos à consulta externa por
motivos passíveis de orientação a nível comunitário.

LUSA

2019-04-16

OURÉM_PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL REUNIU COM MINISTRA DA SAÚDE

O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, reuniu com a Ministra da Saúde, Marta Temido, na terça-feira (9 de abril) para discutir o acesso dos oureenses ao Centro Hospitalar de Leiria após a demissão do Presidente do Conselho de Administração, Hélder Roque, e as notícias recentemente veiculadas na comunicação social sobre o tema. A reunião contou com a participação dos Deputados da Assembleia da República pelo Distrito de Santarém, António Gameiro e Duarte Marques, da Presidente da Câmara Municipal de Tomar e da CIMT, Anabela Freitas, e do Presidente da ARS Lisboa e Vale do Tejo, Luís Pisco.

Luís Miguel Albuquerque defende que “os oureenses podem estar tranquilos porque nada do que foi conquistado no passado estará em causa”, logo os “cuidados de saúde que hoje são prestados aos utentes de Ourém no Centro Hospitalar de Leiria deverão ser mantidos”. Segundo o
autarca, a Ministra Marta Temido mostrou “sensibilidade” para a situação e reconheceu que o Centro Hospitalar de Leiria necessita de um reforço de meios. Neste sentido, ficou agendada uma nova reunião com a Secretária de Estado da Saúde para analisar um estudo ainda em elaboração sobre o funcionamento do Centro Hospitalar de Leiria e o impacto do acesso dos utentes oureenses a esta estrutura.

O Presidente da Câmara reafirma que “todos os portugueses podem optar pelo hospital onde pretendem ser tratados” de acordo com o despacho do antigo Ministro da Saúde, e, neste contexto, “os oureenses podem recorrer às urgências disponíveis em Tomar, Torres Novas ou Leiria, conforme entenderem”. “O mais importante é a manutenção do livre acesso pelos oureenses a qualquer hospital da região e do País”, assegura Luís Miguel Albuquerque.

A situação do Centro de Saúde de Ourém foi também abordada na reunião e a Ministra da Saúde mostrou “abertura para num futuro próximo existir um reforço de meios que permita voltar a disponibilizar um serviço de urgências”. Deste modo, os utentes do concelho de Ourém poderiam fazer um primeiro rastreio no Centro de Saúde e, possivelmente, evitar o encaminhamento para os hospitais da região. Neste âmbito,
ficou definida a marcação de uma reunião com o Presidente da ARS LVT e com a Diretora do ACES Médio Tejo para discutir a proposta que passará pelo alargamento do horário da estrutura e a afetação de mais médicos.

O Presidente da Câmara, Luís Miguel Albuquerque, mostra-se otimista e passa uma mensagem de tranquilidade aos oureenses já que “as condições que temos hoje irão manter-se e tenho esperança que possam ser melhoradas num futuro próximo”.


2019-04-10

CENTROS HOSPITALARES DE LEIRIA, MÉDIO TEJO, OU O QUÊ?

Para o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, em entrevista à ABC Portugal, o que está em causa é o cumprimento de um despacho deste governo que possibilitou aos utentes de Ourém poderem recorrer ao Centro Hospitalar de Leiria, o que agora parece estar em causa, face às notícias que dão conta da incapacidade daquela estrutura de saúde em acolher os doentes com origem no Município de Ourém.
Para o Presidente da Câmara compete ao governo definir as regras do jogo, admitindo que caso a unidade de saúde de Tomar seja dotada de mais valências, que as que atualmente possui, os utentes de Ourém, ou grande parte deles, possam ser encaminhados para este hospital, serviço complementado pela possibilidade teórica de serem atribuídas mais competências e meios ao Centro de Saúde de Ourém, o que aliviaria o Hospital de Leiria.
Na próxima 2ª feira, em sede de reunião de Câmara, serão assumidas as posições políticas inerentes a esta situação de indefinição, que se vive no Município de Ourém, com os utentes a sentirem grande indefinição, quanto à Unidade de Saúde que lhes está atribuída.

2019-03-28

MÉDIO TEJO_DEPUTADOS SOCIALISTA, AUTARCAS E DIRIGENTES LOCAIS REUNIRAM COM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO CENTRO HOSPITALAR

Os Deputados socialistas Hugo Costa e Maria da Luz Lopes acompanhados de autarcas e dirigentes locais do Partido Socialista reuniram esta semana com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo no âmbito do acompanhamento de proximidade da aplicação das políticas públicas, refere um comunicado ontem divulgado.

Acrescenta, que no seguimento do anterior encontro, em junho de 2018 e da recente reunião com a Comissão de Utentes do Centro Hospitalar do Médio Tejo, foi possível aferir da enorme capacidade, conjunta, de encontrar soluções para os constrangimentos com que os utentes eram confrontados no inicio desta legislatura.

É ainda referido, que a recuperação de mais mil milhões de euros no orçamento do Ministério da Saúde e a contratação de mais de nove mil profissional é uma realidade sentida no Médio Tejo, que por exemplo, acompanhada por um investimento de mais de um milhão e quinhentos mil euros desta administração em equipamento de diagnostico e avaliação só no ano de 2018 permite reforçar os cuidados de saúde a todas as pessoas deste território, citámos.

Esta nota à imprensa conclui referindo que foi com satisfação que se recebeu a informação sobre a excelência da formação interna que permite já liderar os rankings em algumas especialidades e que nos novos projectos como a hospitalização domiciliária o Centro Hospitalar do Médio Tejo é já uma referência de exemplo na região de Lisboa e Vale do Tejo.

2019-03-28

LEIRIA_DEPUTADO DUARTE MARQUES LEVOU À COMISSÃO DE SAÚDE NO PARLAMENTO A SITUAÇÃO DOS UTENTES DE OURÉM

Duarte Marques levou à Comissãp de Saúde no Parlamento a situação dos utentes do concelho de Ourém que, segundo foi tornado público “poderão deixar de ser referenciados e encaminhados para este hospital”.

O Deputado do PSD responsabiliza o Governo pela situação a que se chegou, onde “quer os utentes de Leiria quer os de Ourém estão mais mal servidos do que estavam”.

Duarte Marques lembrou, que quando a referenciação livre se colocou e se abriu a possibilidade dos utentes de Ourém passarem a ser referenciados para Leiria, abrindo a liberdade de escolha, o Governo anterior rejeitou porque ainda não havia capacidade nem meios suficientes em Leiria para acomodar esta afluência e manter a qualidade do serviço”. Quando esta medida foi depois aprovada o PSD perguntou se estava garantido o reforço de pessoal e de meios, pois “só assim esta decisão seria uma boa solução para a população.” Pelos vistos não estavam assegurados os meios, notou ainda Duarte Marques.

Numa nota de imprensa que cita Duarte Marques, é referido que a austeridade e as cativações de Mario Centeno sufocaram o Hospital de Leiria que está sem recursos e sem capacidade para dar respostas. Se a situação já era grave para este hospital sem os utentes de Ourém, pior ficou com a pressão de mais alguns milhares de utentes.

Duarte Marques disse ainda que “não se pode agora vir responsabilizar os utentes de Ourém pela situação do Hospital de Leiria, não são os culpados mas são os mais prejudicados.

A Ministra Marta Temido respondeu que o Governo está a estudar os movimentos dos utentes do concelho de Ourém para tomar a melhor decisão, o que acontecerá no prazo de 30 dias, reconhecendo que não foram dados ao hospital os meios suficientes para manter a qualidade da resposta perante o aumento fluxo de utentes.


2019-03-28

FÁTIMA_NOVOS PARQUÍMETROS EM FUNCIONAMENTO

A Câmara Municipal de Ourém informa numa nota de imprensa, que os novos parquímetros instalados na Avenida Santo Agostinho e nas Ruas de Santa Ana, de Santo António, Jacinta Marto e Santa Isabel, em Fátima, irão entrar em funcionamento no próximo dia 1 de abril de 2019.

O estacionamento nestas zonas estará sujeito a pagamento todos os dias, entre as 08.00 e as 20.00 horas. Estes parquímetros, bem como os restantes que se encontram em funcionamento, serão fiscalizados pela GNR – Guarda Nacional Republicana.


2019-03-28

LEIRIA_PSD DESAFIA PRIMEIRO MINISTRO A VISITAR CENTRO HOSPITALAR

A Comissão Política Distrital de Leiria do PSD desafiou o primeiro-ministro, António Costa, a visitar o Centro Hospitalar de Leiria e a apresentar medidas para mitigar os seus problemas.

“Tendo conhecimento de que o primeiro-ministro, António Costa, está a desenvolver uma volta por vários centros de saúde do país, a Distrital de Leiria do PSD desafia o primeiro-ministro a vir até ao Hospital de Leiria conhecer a verdadeira realidade da saúde na nossa região e a aproveitar esta oportunidade para apresentar medidas concretas”, referem os sociais-democratas num comunicado enviado à agência Lusa.

Na nota de imprensa, a Distrital do PSD reforça que António Costa deve avançar com soluções que “contribuam para resolver a situação muito preocupante em que se encontra esta importante instituição”.

Para a Distrital de Leiria do PSD, os problemas que se estão a viver no hospital de Leiria são “verdadeiramente lamentáveis” e “só evidenciam a falta de investimento na área da saúde” que, segundo o PSD, têm vindo a “denunciar ao longo dos últimos anos”.

“Importa perceber quais os compromissos assumidos pelo Ministério da Saúde e que ainda não foram concretizados, tal como foi tornado público pelo presidente
demissionário da Conselho de Administração do Centro Hospitalar de
Leiria”, acrescenta a nota.

Os sociais-democratas de Leiria consideram “essencial que o Centro Hospitalar de Leiria seja valorizado” e revelam que vão “solicitar uma reunião com carácter de urgência com o Conselho de Administração”.

“Já esta semana a ministra da Saúde estará no Parlamento a requerimento do PSD para dar explicações sobre esta situação muito problemática em que se encontra o Centro Hospitalar de Leiria”, recorda o PSD.

O presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Leiria, Helder Roque, comunicou há uma semana aos seus colaboradores que apresentou a sua demissão à ministra da Saúde, em “protesto” pela falta de recursos.

No mesmo dia foi anunciado pelo presidente da Câmara de Leiria que o CHL vai ser alvo de uma avaliação, por parte do Ministério da Saúde, com o objectivo de perceber os problemas existentes e avançar com as “decisões adequadas” para os resolver.

Nas últimas semanas, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos tem denunciado os problemas, causados, sobretudo, por falta de recursos, que se passam no serviço de Urgências e que levou à demissão de todos os chefes de equipa.

LUSA

2019-03-13

FÁTIMA_MORREU O CAPELÃO DO SANTUÁRIO, PADRE CARLOS SILVA

O capelão do Santuário de Fátima, padre Carlos Silva, de 59 anos, morreu na terça-feira à tarde quando se preparava para celebrar a missa das 16:30, revelou o Santuário de Fátima na sua página de Internet.

“O sacerdote da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus faleceu esta tarde em Fátima quando se preparava para celebrar a eucaristia das 16:30”, indicou o Santuário num comunicado.

Segundo a nota, o sacerdote sentiu-se mal “quando se paramentava, na Sacristia das capelas do piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade”.

“Foram chamados de imediato os meios de socorro, tendo sido desenvolvidas várias tentativas de reanimação sem sucesso, acabando por ser declarado o óbito”, lê-se no comunicado.

O Santuário de Fátima diz-se “consternado” pela morte do padre Carlos Silva, que estava no Santuário desde 2017, tendo sido nomeado capelão a 1 de outubro de 2018.

O sacerdote faria em agosto 60 anos e, em julho, 30 anos de ordenação sacerdotal.

Natural de Benguela, o padre Carlos Silva era mestre em Teologia Sistemática pela Universidade Católica Portuguesa e foi ordenado em 02 de julho de 1989, por D. António Ribeiro, Patriarca de Lisboa.

Como padre serviu nos Açores, em Castro Marim (distrito de Faro), Alfragide (distrito de Lisboa) e Póvoa de Santa Iria (distrito de Lisboa), antes de ir para Fátima, indicou o Santuário.


2019-03-06

OURÉM_INCÊNDIO URBANO

Com origem ainda não totalmente esclarecida, deflagrou perto das 23 horas na noite de 3ª feira, um incêndio urbano, na cidade de Ourém, o que motivou, para além do alarme caraterístico destas situações, a mobilização de 6 viaturas e 25 elementos dos Bombeiros de Ourém, que apenas vieram a considerar a ocorrência terminada, cerca das 5 horas da manhã.

Como referimos, as circunstâncias que conduziram à ocorrência do sinistro ainda não são dadas como totalmente esclarecidas, sabendo-se que o incêndio deflagrou na cave de um bloco habitacional, tendo produzido muito fumo, o que dificultou, em grande medida, o combate ao fogo, por parte dos bombeiros, tendo obrigado ainda à evacuação de 60 moradores no edifício, por razões que se prendiam com a segurança da estrutura habitacional, que, ao que parece não terá ficado afetada, à exceção da cave do prédio.

As instalações do Pavilhão gimnodesportivo de Ourém, localizadas na zona urbana onde deflagrou esta ocorrência, foram disponibilizadas para acolher quem pretendesse ter aí acolhimento temporário, dada a necessidade de evacuar os apartamentos no edifício afetado.

Ao que foi apurado até ao momento, os prejuízos na área subterrânea do prédio são elevados e as condições de operação dos meios de socorro, foram extremamente dificultadas, face à tipologia dos produtos aí armazenados, que produziram fumo muito intenso com a consequente redução na visibilidade e acesso ao foco de incêndio, por parte dos meios de socorro.

Há também notícia do facto das viaturas estacionadas na referida cave não terem sido afetadas diretamente pelas chamas, embora algumas possam ter sofrido danos decorrentes das altas temperatura bem como devido à exposição ao fumo.

2019-02-27

LEIRIA_HOSPITAL ADMITE REPROGRAMAÇÃO DE CIRURGIAS NÃO URGENTES

O Conselho de Administração (CA) do
Centro Hospitalar de Leiria (CHL) confirmou hoje à Lusa que sentiu necessidade de reprogramar algumas cirurgias não urgentes, de modo a "canalizar recursos" para os "doentes cirúrgicos urgentes".

"Face aos constrangimentos que vimos sentindo, confirmamos que houve necessidade de fazer algumas alterações e restrições à programação cirúrgica dos doentes não urgentes, e apenas estes, de forma a canalizar recursos e disponibilidades para os doentes cirúrgicos
urgentes, nomeadamente ao nível da equipa de Anestesiologia", referiu o CA à Lusa.

O CHL respondeu, assim, à denúncia do secretário regional do Centro do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que
revelou que a programação cirúrgica prevista para março do Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, foi reduzida em 50% por falta de recursos humanos.

"O HSA está a bater no fundo. É um problema de gestão, pois o Conselho de Administração assumiu que pode fazer mais com menos, mas não dá condições de trabalho. A programação cirúrgica para março viu os tempos reduzidos em 50% por falta de recursos humanos", revelou José Carlos Almeida.

Segundo o secretário regional do Centro do SIM, a falta de médicos estende-se à área laranja do Serviço de Urgências.

Esta zona "tem uma capacidade para 14 doentes" e no dia da visita do SIM, na semana passada, "estavam 46 e ainda era de manhã", denunciou, reforçando que "não há médicos diferenciados".

"Uma colega confessou-nos que estava ela e um médico do ano comum na área laranja. Todos os médicos mais diferenciados não
conseguiram sair da emergência [intra-hospitalar]. Antes, o hospital tinha uma equipa de emergência, agora não. Estes médicos fazem dois a três turnos por semana e ainda asseguram a unidade hemodinâmica", acrescentou.

José Carlos Almeida afirmou ainda que os médicos "continuam a entregar as cartas de escusa", porque "seria uma
irresponsabilidade assumirem que estão a trabalhar em condições de segurança para os utentes".

Para o secretário regional do Centro do SIM, o argumento de falsas urgências "não pode ser usado, porque existe em todo o país".

"Se pegarmos nos hospitais de Loures ou de Vila Franca, de gestão privada, têm uma área de influência idêntica à de Leiria, ou até menor, e têm um número superior de médicos com capacidade de decisão no serviço de urgência, o que faz toda a diferença. É preciso ter mais elementos e mais diferenciados", insistiu.

"Não cabe ao sindicato decidir pela demissão ou não do CA, terá de ser a tutela a definir o que fazer do hospital de Leiria. Não se pode jurar amor eterno ao Serviço Nacional de Saúde [SNS] e dar facadas nas costas. O SNS está perante uma crise que nunca foi tão grave como agora.

Nunca os médicos e todos os profissionais de saúde estiveram tão cansados como agora", sublinhou.

Na semana passada, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) revelou que todos os chefes de equipa da Urgência de Medicina Interna do Hospital de Santo André se demitiram em janeiro.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, disse que o Serviço de Urgência do hospital de Leiria atingiu o "limite" e que "só não encerra por todo o esforço dos médicos que lá trabalham", mesmo "sem serem
reconhecidos pelo Conselho de
Administração do CHL".

"Todos os chefes de equipa de Urgência de Medicina Interna apresentaram já a demissão, no dia 25 de janeiro, alegando a inexistência de condições essenciais ao desempenho das funções", referiu, explicando que os médicos "não têm tempo para a chefia do serviço, nem recursos para cumprir a escala de urgência".

Desde o início do ano, a Ordem dos Médicos já recebeu 159 declarações de responsabilidade: "Recebemos mais cartas de declarações de responsabilidade do que de todos os hospitais do Centro juntos, o que mostra uma grande preocupação com o que está a acontecer em Leiria, sobretudo na Urgência de Medicina Interna", salientou Carlos Cortes.

Carlos Cortes já deu conhecimento ao Ministério da Saúde, pedindo a "intervenção" da ministra Marta Temido para "ajudar a solucionar este problema".



2019-02-27

LEIRIA_PSD QUER OUVIR MINISTRA DA SAÚDE SOBRE HOSPITAL DE LEIRIA

O PSD vai pedir a presença da ministra da Saúde, com carácter de urgência, no parlamento para dar explicações sobre a “situação caótica” no Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, anunciou hoje o partido.

Em comunicado, os deputados do PSD Adão Silva, Ricardo Baptista Leite, Margarida Balseiro Lopes e José António Silva, assinam um requerimento que entregam na hoje no parlamento a pedir a presença de Marta Temido.

De acordo com os deputados social-democratas, no último mês, tem vindo a público a “situação incomportável em que se encontra o Hospital de Santo André (HSA), em Leiria.

“O HSA tinha, inicialmente, sido projectado para responder às necessidades de 250.000 utentes. No entanto, os sucessivos alargamentos na sua área de influência aos concelhos de Pombal, Alcobaça e mais recentemente de Ourém/Fátima, aumentaram a população por ele assistida
para cerca de 430.000 habitantes/utentes”, referem os deputados.

Segundo os parlamentares, tal crescimento do número de utentes “não foi acompanhado pelo adequado e extremamente necessário reforço de dotações financeiras e de pessoal”, reconhecendo que, pelo contrário, “ocorreu uma diminuição da capacidade assistencial e o encerramento de camas nos Hospitais de Pombal e de Alcobaça”.

Os deputados lembram ainda dados do Sindicato Independente dos Médicos que referem a falta de clínicos no hospital. Os sociais-democratas acrescentam ainda que no início do mês de Fevereiro, também a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) já tinha denunciado o “estado alarmante” do serviço de urgência do hospital.

“Assim, é incompreensível que apesar dos diversos comunicados e queixas, a Ministra da Saúde permaneça alheada desta situação, não tendo apresentado, até agora, qualquer estratégia para alterar o curso dos acontecimentos que estão a ocorrer no Hospital de Santo André, pondo em risco, dia após dia, todos os 430.000 utentes alocados a este Hospital”, pode ler-se no requerimento.

Os deputados, frisam que a situação se agudizou nas últimas semanas, com a apresentação da demissão dos chefes de equipa da Urgência de Medicina Interna do Hospital de Santo André, “alegando a inexistência de condições essenciais ao desempenho das funções”.


2019-02-27

OURÉM_PASSADIÇO DO AGROAL COM PROJETO DE EXECUÇÃO APROVADO

O projeto de execução referente à construção do Passadiço do Agroal foi aprovado por unanimidade na última reunião de Câmara. Este projeto, prevê a construção de uma estrutura enquadrada ecológica e paisagisticamente na margem esquerda do Rio Nabão, que fará a ligação entre o Parque Natureza e a Praia Fluvial do Agroal.

O Passadiço do Agroal terá uma extensão de aproximadamente 780 metros e será um espaço de lazer com valor acrescido inegável para o turismo do Agroal e para toda a região envolvente. As propriedades terapêuticas da nascente da Praia Fluvial, a envolvente paisagística e natural (integrada em Rede Natura 2000) e a natureza cársica da região tornam o Agroal como um local de referência para turismo de natureza. O percurso do Passadiço foi projetado de forma a não alterar as condições ecológicas (solo, fauna, flora, etc.) do espaço e a estrutura em madeira será sobrelevada em praticamente toda a sua extensão. Existem dois percursos pedestres que passam pelo Agroal e com a construção do Passadiço, coincidente com ambas as rotas, será possível valorizar e requalificar o local.

Concetualmente, o projeto apresenta um percurso sinuoso integrado no espírito do lugar e enquadrado com toda a envolvente paisagística, assumindo como premissa a manutenção do maior número possível das espécies arbóreas existentes. Foram também definidos pontos estratégicos de lazer e estadia ao longo do Passadiço que contemplarão a instalação de mobiliário urbano e iluminação que tornarão o percurso
mais atrativo e contemplativo. Ao longo do percurso serão instalados elementos gráficos e painéis informativos sobre a fauna e flora aí existentes, tornando a passagem educativa e interativa.

O Passadiço do Agroal pretende também apresentar alternativas aos muitos utilizadores da Praia Fluvial (especialmente na época veraneante), com a disponibilização de um acesso seguro e com qualidade ambiental para todos os transeuntes que normalmente percorrem a estrada entre o Parque Natureza e a Praia Fluvial. Assim, será possível promover o estacionamento existente no Parque Natureza e diminuir a utilização do espaço viário para estacionamento indevido.

A intervenção proposta tem um valor estimado na ordem dos 368 mil euros (ao qual acresce IVA à taxa legal em vigor) e será submetida a uma candidatura integrada no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro (Centro 2020) designada de “Rotas e Percursos no Médio Tejo” e
promovida pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, que deverá possibilitar um financiamento de cerca de 200 mil euros.

O Passadiço do Agroal representa mais um investimento na Praia Fluvial do Agroal e zonas envolventes, reflexo da aposta do Município de Ourém na valorização do espaço e do património existente após as várias intervenções de requalificação já concretizadas.

2019-02-21

OURÉM_CÂMARA PROMOVEU REUNIÃO SOBRE COMUNICAÇÃO OBRIGATÓRIA DE QUEIMAS E QUEIMADAS

O Salão Nobre do Edifício-sede do Município de Ourém recebeu, na manhã de 15 de fevereiro, uma reunião sobre o Decreto-Lei nº 14/2019 de 21 de janeiro, no qual ficou definido a comunicação obrigatória às autarquias locais de todas as queimas e queimadas efetuadas por munícipes ou entidades. A iniciativa contou com a participação do Vereador da Câmara Municipal, Rui Vital, o Comandante do Serviço Municipal de Proteção Civil, Nuno Touret e representantes das 13 juntas de freguesia do concelho de Ourém.

O Decreto-Lei nº 14/2019 de 21 de janeiro estabelece a obrigatoriedade de comunicar às autarquias locais todas as queimas e queimadas realizadas, seja por via telefónica, email ou presencialmente na Câmara Municipal de Ourém ou junta de freguesia da respetiva área de residência, bem como, através da plataforma informática disponibilizada no site do ICNF (https://fogos.icnf.pt/queimasqueimadas).

O encontro permitiu demonstrar todos os procedimentos necessários para a concretização da comunicação na plataforma do ICNF, obtendo uma
gestão centralizada dos pedidos de autorização de queimas ou queimadas. Os pedidos de autorização devem ser submetidos na plataforma pelas autarquias locais, como forma de auxílio aos munícipes que não tenham possibilidade de o fazer autonomamente.

Além deste procedimento, a Câmara Municipal de Ourém está a desenvolver uma aplicação que comunicará todos os registos existentes às corporações de bombeiros concelhias, para uma correta e eficaz partilha da informação que auxilie na prevenção de focos de incêndio resultantes da realização de queimas ou queimadas.


2019-02-20

OURÉM_CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO JOAQUIM RIBEIRO VAI SER UMA REALIDADE

Na última reunião de Câmara foi apresentado o projeto de execução do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro, estrutura que vai nascer no edifício devoluto da antiga Escola Primária de Zambujal. O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro resulta do protocolo firmado entre o Município de Ourém e o munícipe Sérgio Ribeiro, que define a doação do acervo documental e bibliográfico do antigo eurodeputado e membro da Assembleia Municipal à autarquia.

Numa nota de imprensa o Município informa que o projeto de execução contempla uma intervenção interior de adaptação à nova funcionalidade do espaço e de resolução de algumas patologias detetadas. O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro terá duas salas principais (Tertúlia e Biblioteca), um espaço de cafetaria de apoio, vestíbulo, área de arrecadações de apoio e instalações sanitárias. O objetivo passa por manter a traça e identidade do edifício original, tanto a nível exterior como, sempre que possível, interior. Será também tida em conta a eficiência energética do edifício, através da implementação de isolamento adequado, seleção de iluminação e substituição integral de todos os vãos. Será instalado material com bom comportamento acústico nas duas salas principais e no capítulo das acessibilidades, o projeto reflete com rigor o cumprimento das respetivas normas regulamentares.


Exteriormente a intervenção resume-se a trabalhos de manutenção, limpeza e pintura das alvenarias e serralharias, refere o Município na mesma nota.

O projeto do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro (uma homenagem ao pai de Sérgio Ribeiro) tem uma estimativa orçamental na ordem dos 137 mil euros e um prazo estimado de execução de 11 meses. O acervo que aqui será disponibilizado para visita e transmissão de
conhecimento é em grande medida sobre a União Europeia, Economia e a História de Ourém.



2019-02-20

ABRANTES_DOENTES INFETADOS COM GRIPE A NO HOSPITAL OBRIGAM A RESTRIÇÕES ÀS VISITAS

O hospital de Abrantes detetou nove situações de infeção por vírus de Gripe A em doentes internados numa das enfermarias do Serviço de Medicina Interna, tendo decidido limitar as visitas como medida de restrição.

Em declarações à Lusa, a diretora do serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar do Médio Tejo, que abarca as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas (Santarém), confirmou a "quadro de infeção aguda do sistema respiratório em nove doentes ocasionada pelo vírus influenza, com elevado potencial de transmissão", tendo referido ser "prematuro" falar em surto de Gripe A.

"É Gripe A, mas aguardamos os resultados das análises pedidas ao Instituto Ricardo Jorge para perceber qual a sub-estirpe do vírus", disse Fátima Pimenta, tendo adiantado que em Torres Novas não há casos assinalados e que, "em Tomar, há também um doente registado, mas que já foi internado com esse diagnóstico", ao contrário do que sucede em Abrantes.

Segundo a responsável, os nove doentes "estavam internados em Abrantes por outros quadros clínicos", dando conta que o contágio terá sido feito por pessoas que visitaram familiares ou amigos que estavam internados na unidade hospitalar de Abrantes.

"Começámos a detetar estas situações no início da semana, com doentes a apresentarem febre repentina e tosse, dor de garganta, fraqueza, corrimento nasal e dores de cabeça, entre outros sintomas que vieram a revelar a presença do vírus", disse Fátima Pimenta, referindo que "não há médicos ou enfermeiros" afetados pelo vírus influenza.

Os nove doentes, a quem foi "administrada terapêutica antivírica", foram "encaminhados para o fundo de uma ala da enfermaria", medidas que, "por ser um vírus muito contagioso, levou o CHMT a tomar medidas de restrição às visitas", no hospital de Abrantes, tendo a responsável observado que, "na maior parte dos casos, os efeitos da gripe A passam ao fim de poucos dias e o vírus não deixa sequelas".

Em comunicado, o CHMT refere que estas medidas "entram em vigor no imediato", sendo limitado o número de visitas por doente e reduzido o horário das visitas, que ficará compreendido entre 16:30 e as 19:30, sendo obrigatório o uso de máscara, que será disponibilizada no exterior da enfermaria.

Segundo a mesma nota informativa, estas medidas restritivas "visam a proteção de todos, em particular os doentes, mas também as visitas, população em geral, e profissionais de saúde", e "manter-se-ão enquanto forem necessárias, podendo ser eventualmente adaptadas a novas realidades que decorram do evoluir da situação".

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 255 mil habitantes de 12 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.


2019-02-15

FÁTIMA_PEREGRINOS DE FÁTIMA TERÃO EM OUTUBRO 200 KM DE CAMINHO MAIS SEGURO

O percurso de 200 quilómetros criado pela Associação Caminhos de Fátima (ACF) e por 14 municípios do Norte e Centro, para garantir mais segurança aos peregrinos religiosos, deverá estar concluído em Outubro, revelou hoje fonte ligada ao projecto.

Em causa está o “Caminho do Centenário”, que pretende melhorar o trajecto entre Vila Nova de Gaia e o Santuário de Fátima, em Leiria, através dos concelhos de Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha, Águeda, Anadia, Mealhada, Coimbra,
Condeixa-a-Nova, Soure, Pombal e Ourém.

Fonte da Câmara da Feira diz que todo o percurso deverá “ficar concluído em Outubro deste ano”, após uma intervenção que prevê, por parte da ACF, “o reforço da sinalização rodoviária e a colocação de sinalética direccional”, e, por parte das autarquias, a construção de passeios, a
requalificação de bermas e a criação de corredores pedonais.

Emídio Sousa, presidente da Câmara da Feira, admite que “o projecto já tem dois anos de atraso, considerando que a ideia inicial era que o caminho estivesse pronto no centenário [das aparições de Fátima] e a tempo da visita do Papa em 2017”, mas reconhece também que o prazo disponível para concretização da obra era “manifestamente curto” em 2015, quando essa foi anunciada.

Ainda assim, o autarca defende que o Caminho do Centenário continua a revestir-se “de toda a pertinência para o futuro”, dado o seu potencial para a redução da sinistralidade associada às romagens a Fátima.

“Todos os anos há atropelamentos de pessoas no caminho até ao santuário e o nosso objectivo é diminuir o número de acidentes e proporcionar aos peregrinos uma viagem mais segura até ao seu destino”, realçou à Lusa.

As 15 entidades envolvidas na nova rota pretendem assegurar aos peregrinos o que a Câmara da Feira descreve como um itinerário “maioritariamente alternativo ao IC2 e à EN1” e que, embora paralelo ao já disponível Caminho do Norte, terá melhores condições de segurança “sem [lhe] acrescentar distância e altimetria significativas”.

Na Feira, em concreto, a autarquia pretende não só diminuir a sinistralidade nos principais períodos de peregrinação a Fátima, mas também proporcionar aos caminhantes um roteiro “mais calmo, tranquilo e apelativo, indo ao encontro da estratégia nacional do Turismo de Portugal para promoção e divulgação dos caminhos religiosos que atravessam o país”.

No global, o investimento estimado para criação do Caminho do Centenário é “superior a quatro milhões de euros”, sendo financiado na “sua maioria por fundos comunitários” afectos ao programa Portugal 2020 e “suportado no restante pelos municípios integrantes”.

Só em Santa Maria da Feira, onde um peregrino terá que percorrer cerca de 23 quilómetros na sua viagem até Fátima, o investimento será de 250.000 euros, dos quais 168.000 assegurados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

LUSA


2019-02-15

ALVAIÁZERE_CÂMARA ACEITA TODAS AS COMPETÊNCIAS A TRANSFERIR DO ESTADO À EXCEPÇÃO DO ESTACIONAMENTO PÚBLICO E VIAS DE COMUNICAÇÃO

A Câmara Municipal de Alvaiázere aceita todas as competências a transferir do Estado, à excepção dos decretos-leis relativos ao estacionamento público e às vias de comunicação.


A Câmara de Alvaiázere quer assumir as competências nas áreas das praias, jogos de fortuna ou azar, justiça, bombeiros voluntários, atendimento ao cidadão, habitação e gestão do património imobiliário público. De fora ficam as competências nos domínios das vias de comunicação e
estacionamento público.

Além destas, foi ainda aceite a transferência das competências para a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) na área da promoção turística e dos projectos financiados por fundos europeus e programas de captação de investimento.



2019-02-14