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LEIRIA_PSD DESAFIA PRIMEIRO MINISTRO A VISITAR CENTRO HOSPITALAR

A Comissão Política Distrital de Leiria do PSD desafiou o primeiro-ministro, António Costa, a visitar o Centro Hospitalar de Leiria e a apresentar medidas para mitigar os seus problemas.

“Tendo conhecimento de que o primeiro-ministro, António Costa, está a desenvolver uma volta por vários centros de saúde do país, a Distrital de Leiria do PSD desafia o primeiro-ministro a vir até ao Hospital de Leiria conhecer a verdadeira realidade da saúde na nossa região e a aproveitar esta oportunidade para apresentar medidas concretas”, referem os sociais-democratas num comunicado enviado à agência Lusa.

Na nota de imprensa, a Distrital do PSD reforça que António Costa deve avançar com soluções que “contribuam para resolver a situação muito preocupante em que se encontra esta importante instituição”.

Para a Distrital de Leiria do PSD, os problemas que se estão a viver no hospital de Leiria são “verdadeiramente lamentáveis” e “só evidenciam a falta de investimento na área da saúde” que, segundo o PSD, têm vindo a “denunciar ao longo dos últimos anos”.

“Importa perceber quais os compromissos assumidos pelo Ministério da Saúde e que ainda não foram concretizados, tal como foi tornado público pelo presidente
demissionário da Conselho de Administração do Centro Hospitalar de
Leiria”, acrescenta a nota.

Os sociais-democratas de Leiria consideram “essencial que o Centro Hospitalar de Leiria seja valorizado” e revelam que vão “solicitar uma reunião com carácter de urgência com o Conselho de Administração”.

“Já esta semana a ministra da Saúde estará no Parlamento a requerimento do PSD para dar explicações sobre esta situação muito problemática em que se encontra o Centro Hospitalar de Leiria”, recorda o PSD.

O presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Leiria, Helder Roque, comunicou há uma semana aos seus colaboradores que apresentou a sua demissão à ministra da Saúde, em “protesto” pela falta de recursos.

No mesmo dia foi anunciado pelo presidente da Câmara de Leiria que o CHL vai ser alvo de uma avaliação, por parte do Ministério da Saúde, com o objectivo de perceber os problemas existentes e avançar com as “decisões adequadas” para os resolver.

Nas últimas semanas, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos tem denunciado os problemas, causados, sobretudo, por falta de recursos, que se passam no serviço de Urgências e que levou à demissão de todos os chefes de equipa.

LUSA

2019-03-13

FÁTIMA_MORREU O CAPELÃO DO SANTUÁRIO, PADRE CARLOS SILVA

O capelão do Santuário de Fátima, padre Carlos Silva, de 59 anos, morreu na terça-feira à tarde quando se preparava para celebrar a missa das 16:30, revelou o Santuário de Fátima na sua página de Internet.

“O sacerdote da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus faleceu esta tarde em Fátima quando se preparava para celebrar a eucaristia das 16:30”, indicou o Santuário num comunicado.

Segundo a nota, o sacerdote sentiu-se mal “quando se paramentava, na Sacristia das capelas do piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade”.

“Foram chamados de imediato os meios de socorro, tendo sido desenvolvidas várias tentativas de reanimação sem sucesso, acabando por ser declarado o óbito”, lê-se no comunicado.

O Santuário de Fátima diz-se “consternado” pela morte do padre Carlos Silva, que estava no Santuário desde 2017, tendo sido nomeado capelão a 1 de outubro de 2018.

O sacerdote faria em agosto 60 anos e, em julho, 30 anos de ordenação sacerdotal.

Natural de Benguela, o padre Carlos Silva era mestre em Teologia Sistemática pela Universidade Católica Portuguesa e foi ordenado em 02 de julho de 1989, por D. António Ribeiro, Patriarca de Lisboa.

Como padre serviu nos Açores, em Castro Marim (distrito de Faro), Alfragide (distrito de Lisboa) e Póvoa de Santa Iria (distrito de Lisboa), antes de ir para Fátima, indicou o Santuário.


2019-03-06

OURÉM_INCÊNDIO URBANO

Com origem ainda não totalmente esclarecida, deflagrou perto das 23 horas na noite de 3ª feira, um incêndio urbano, na cidade de Ourém, o que motivou, para além do alarme caraterístico destas situações, a mobilização de 6 viaturas e 25 elementos dos Bombeiros de Ourém, que apenas vieram a considerar a ocorrência terminada, cerca das 5 horas da manhã.

Como referimos, as circunstâncias que conduziram à ocorrência do sinistro ainda não são dadas como totalmente esclarecidas, sabendo-se que o incêndio deflagrou na cave de um bloco habitacional, tendo produzido muito fumo, o que dificultou, em grande medida, o combate ao fogo, por parte dos bombeiros, tendo obrigado ainda à evacuação de 60 moradores no edifício, por razões que se prendiam com a segurança da estrutura habitacional, que, ao que parece não terá ficado afetada, à exceção da cave do prédio.

As instalações do Pavilhão gimnodesportivo de Ourém, localizadas na zona urbana onde deflagrou esta ocorrência, foram disponibilizadas para acolher quem pretendesse ter aí acolhimento temporário, dada a necessidade de evacuar os apartamentos no edifício afetado.

Ao que foi apurado até ao momento, os prejuízos na área subterrânea do prédio são elevados e as condições de operação dos meios de socorro, foram extremamente dificultadas, face à tipologia dos produtos aí armazenados, que produziram fumo muito intenso com a consequente redução na visibilidade e acesso ao foco de incêndio, por parte dos meios de socorro.

Há também notícia do facto das viaturas estacionadas na referida cave não terem sido afetadas diretamente pelas chamas, embora algumas possam ter sofrido danos decorrentes das altas temperatura bem como devido à exposição ao fumo.

2019-02-27

LEIRIA_HOSPITAL ADMITE REPROGRAMAÇÃO DE CIRURGIAS NÃO URGENTES

O Conselho de Administração (CA) do
Centro Hospitalar de Leiria (CHL) confirmou hoje à Lusa que sentiu necessidade de reprogramar algumas cirurgias não urgentes, de modo a "canalizar recursos" para os "doentes cirúrgicos urgentes".

"Face aos constrangimentos que vimos sentindo, confirmamos que houve necessidade de fazer algumas alterações e restrições à programação cirúrgica dos doentes não urgentes, e apenas estes, de forma a canalizar recursos e disponibilidades para os doentes cirúrgicos
urgentes, nomeadamente ao nível da equipa de Anestesiologia", referiu o CA à Lusa.

O CHL respondeu, assim, à denúncia do secretário regional do Centro do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que
revelou que a programação cirúrgica prevista para março do Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, foi reduzida em 50% por falta de recursos humanos.

"O HSA está a bater no fundo. É um problema de gestão, pois o Conselho de Administração assumiu que pode fazer mais com menos, mas não dá condições de trabalho. A programação cirúrgica para março viu os tempos reduzidos em 50% por falta de recursos humanos", revelou José Carlos Almeida.

Segundo o secretário regional do Centro do SIM, a falta de médicos estende-se à área laranja do Serviço de Urgências.

Esta zona "tem uma capacidade para 14 doentes" e no dia da visita do SIM, na semana passada, "estavam 46 e ainda era de manhã", denunciou, reforçando que "não há médicos diferenciados".

"Uma colega confessou-nos que estava ela e um médico do ano comum na área laranja. Todos os médicos mais diferenciados não
conseguiram sair da emergência [intra-hospitalar]. Antes, o hospital tinha uma equipa de emergência, agora não. Estes médicos fazem dois a três turnos por semana e ainda asseguram a unidade hemodinâmica", acrescentou.

José Carlos Almeida afirmou ainda que os médicos "continuam a entregar as cartas de escusa", porque "seria uma
irresponsabilidade assumirem que estão a trabalhar em condições de segurança para os utentes".

Para o secretário regional do Centro do SIM, o argumento de falsas urgências "não pode ser usado, porque existe em todo o país".

"Se pegarmos nos hospitais de Loures ou de Vila Franca, de gestão privada, têm uma área de influência idêntica à de Leiria, ou até menor, e têm um número superior de médicos com capacidade de decisão no serviço de urgência, o que faz toda a diferença. É preciso ter mais elementos e mais diferenciados", insistiu.

"Não cabe ao sindicato decidir pela demissão ou não do CA, terá de ser a tutela a definir o que fazer do hospital de Leiria. Não se pode jurar amor eterno ao Serviço Nacional de Saúde [SNS] e dar facadas nas costas. O SNS está perante uma crise que nunca foi tão grave como agora.

Nunca os médicos e todos os profissionais de saúde estiveram tão cansados como agora", sublinhou.

Na semana passada, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) revelou que todos os chefes de equipa da Urgência de Medicina Interna do Hospital de Santo André se demitiram em janeiro.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, disse que o Serviço de Urgência do hospital de Leiria atingiu o "limite" e que "só não encerra por todo o esforço dos médicos que lá trabalham", mesmo "sem serem
reconhecidos pelo Conselho de
Administração do CHL".

"Todos os chefes de equipa de Urgência de Medicina Interna apresentaram já a demissão, no dia 25 de janeiro, alegando a inexistência de condições essenciais ao desempenho das funções", referiu, explicando que os médicos "não têm tempo para a chefia do serviço, nem recursos para cumprir a escala de urgência".

Desde o início do ano, a Ordem dos Médicos já recebeu 159 declarações de responsabilidade: "Recebemos mais cartas de declarações de responsabilidade do que de todos os hospitais do Centro juntos, o que mostra uma grande preocupação com o que está a acontecer em Leiria, sobretudo na Urgência de Medicina Interna", salientou Carlos Cortes.

Carlos Cortes já deu conhecimento ao Ministério da Saúde, pedindo a "intervenção" da ministra Marta Temido para "ajudar a solucionar este problema".



2019-02-27

LEIRIA_PSD QUER OUVIR MINISTRA DA SAÚDE SOBRE HOSPITAL DE LEIRIA

O PSD vai pedir a presença da ministra da Saúde, com carácter de urgência, no parlamento para dar explicações sobre a “situação caótica” no Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, anunciou hoje o partido.

Em comunicado, os deputados do PSD Adão Silva, Ricardo Baptista Leite, Margarida Balseiro Lopes e José António Silva, assinam um requerimento que entregam na hoje no parlamento a pedir a presença de Marta Temido.

De acordo com os deputados social-democratas, no último mês, tem vindo a público a “situação incomportável em que se encontra o Hospital de Santo André (HSA), em Leiria.

“O HSA tinha, inicialmente, sido projectado para responder às necessidades de 250.000 utentes. No entanto, os sucessivos alargamentos na sua área de influência aos concelhos de Pombal, Alcobaça e mais recentemente de Ourém/Fátima, aumentaram a população por ele assistida
para cerca de 430.000 habitantes/utentes”, referem os deputados.

Segundo os parlamentares, tal crescimento do número de utentes “não foi acompanhado pelo adequado e extremamente necessário reforço de dotações financeiras e de pessoal”, reconhecendo que, pelo contrário, “ocorreu uma diminuição da capacidade assistencial e o encerramento de camas nos Hospitais de Pombal e de Alcobaça”.

Os deputados lembram ainda dados do Sindicato Independente dos Médicos que referem a falta de clínicos no hospital. Os sociais-democratas acrescentam ainda que no início do mês de Fevereiro, também a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) já tinha denunciado o “estado alarmante” do serviço de urgência do hospital.

“Assim, é incompreensível que apesar dos diversos comunicados e queixas, a Ministra da Saúde permaneça alheada desta situação, não tendo apresentado, até agora, qualquer estratégia para alterar o curso dos acontecimentos que estão a ocorrer no Hospital de Santo André, pondo em risco, dia após dia, todos os 430.000 utentes alocados a este Hospital”, pode ler-se no requerimento.

Os deputados, frisam que a situação se agudizou nas últimas semanas, com a apresentação da demissão dos chefes de equipa da Urgência de Medicina Interna do Hospital de Santo André, “alegando a inexistência de condições essenciais ao desempenho das funções”.


2019-02-27

OURÉM_PASSADIÇO DO AGROAL COM PROJETO DE EXECUÇÃO APROVADO

O projeto de execução referente à construção do Passadiço do Agroal foi aprovado por unanimidade na última reunião de Câmara. Este projeto, prevê a construção de uma estrutura enquadrada ecológica e paisagisticamente na margem esquerda do Rio Nabão, que fará a ligação entre o Parque Natureza e a Praia Fluvial do Agroal.

O Passadiço do Agroal terá uma extensão de aproximadamente 780 metros e será um espaço de lazer com valor acrescido inegável para o turismo do Agroal e para toda a região envolvente. As propriedades terapêuticas da nascente da Praia Fluvial, a envolvente paisagística e natural (integrada em Rede Natura 2000) e a natureza cársica da região tornam o Agroal como um local de referência para turismo de natureza. O percurso do Passadiço foi projetado de forma a não alterar as condições ecológicas (solo, fauna, flora, etc.) do espaço e a estrutura em madeira será sobrelevada em praticamente toda a sua extensão. Existem dois percursos pedestres que passam pelo Agroal e com a construção do Passadiço, coincidente com ambas as rotas, será possível valorizar e requalificar o local.

Concetualmente, o projeto apresenta um percurso sinuoso integrado no espírito do lugar e enquadrado com toda a envolvente paisagística, assumindo como premissa a manutenção do maior número possível das espécies arbóreas existentes. Foram também definidos pontos estratégicos de lazer e estadia ao longo do Passadiço que contemplarão a instalação de mobiliário urbano e iluminação que tornarão o percurso
mais atrativo e contemplativo. Ao longo do percurso serão instalados elementos gráficos e painéis informativos sobre a fauna e flora aí existentes, tornando a passagem educativa e interativa.

O Passadiço do Agroal pretende também apresentar alternativas aos muitos utilizadores da Praia Fluvial (especialmente na época veraneante), com a disponibilização de um acesso seguro e com qualidade ambiental para todos os transeuntes que normalmente percorrem a estrada entre o Parque Natureza e a Praia Fluvial. Assim, será possível promover o estacionamento existente no Parque Natureza e diminuir a utilização do espaço viário para estacionamento indevido.

A intervenção proposta tem um valor estimado na ordem dos 368 mil euros (ao qual acresce IVA à taxa legal em vigor) e será submetida a uma candidatura integrada no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro (Centro 2020) designada de “Rotas e Percursos no Médio Tejo” e
promovida pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, que deverá possibilitar um financiamento de cerca de 200 mil euros.

O Passadiço do Agroal representa mais um investimento na Praia Fluvial do Agroal e zonas envolventes, reflexo da aposta do Município de Ourém na valorização do espaço e do património existente após as várias intervenções de requalificação já concretizadas.

2019-02-21

OURÉM_CÂMARA PROMOVEU REUNIÃO SOBRE COMUNICAÇÃO OBRIGATÓRIA DE QUEIMAS E QUEIMADAS

O Salão Nobre do Edifício-sede do Município de Ourém recebeu, na manhã de 15 de fevereiro, uma reunião sobre o Decreto-Lei nº 14/2019 de 21 de janeiro, no qual ficou definido a comunicação obrigatória às autarquias locais de todas as queimas e queimadas efetuadas por munícipes ou entidades. A iniciativa contou com a participação do Vereador da Câmara Municipal, Rui Vital, o Comandante do Serviço Municipal de Proteção Civil, Nuno Touret e representantes das 13 juntas de freguesia do concelho de Ourém.

O Decreto-Lei nº 14/2019 de 21 de janeiro estabelece a obrigatoriedade de comunicar às autarquias locais todas as queimas e queimadas realizadas, seja por via telefónica, email ou presencialmente na Câmara Municipal de Ourém ou junta de freguesia da respetiva área de residência, bem como, através da plataforma informática disponibilizada no site do ICNF (https://fogos.icnf.pt/queimasqueimadas).

O encontro permitiu demonstrar todos os procedimentos necessários para a concretização da comunicação na plataforma do ICNF, obtendo uma
gestão centralizada dos pedidos de autorização de queimas ou queimadas. Os pedidos de autorização devem ser submetidos na plataforma pelas autarquias locais, como forma de auxílio aos munícipes que não tenham possibilidade de o fazer autonomamente.

Além deste procedimento, a Câmara Municipal de Ourém está a desenvolver uma aplicação que comunicará todos os registos existentes às corporações de bombeiros concelhias, para uma correta e eficaz partilha da informação que auxilie na prevenção de focos de incêndio resultantes da realização de queimas ou queimadas.


2019-02-20

OURÉM_CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO JOAQUIM RIBEIRO VAI SER UMA REALIDADE

Na última reunião de Câmara foi apresentado o projeto de execução do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro, estrutura que vai nascer no edifício devoluto da antiga Escola Primária de Zambujal. O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro resulta do protocolo firmado entre o Município de Ourém e o munícipe Sérgio Ribeiro, que define a doação do acervo documental e bibliográfico do antigo eurodeputado e membro da Assembleia Municipal à autarquia.

Numa nota de imprensa o Município informa que o projeto de execução contempla uma intervenção interior de adaptação à nova funcionalidade do espaço e de resolução de algumas patologias detetadas. O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro terá duas salas principais (Tertúlia e Biblioteca), um espaço de cafetaria de apoio, vestíbulo, área de arrecadações de apoio e instalações sanitárias. O objetivo passa por manter a traça e identidade do edifício original, tanto a nível exterior como, sempre que possível, interior. Será também tida em conta a eficiência energética do edifício, através da implementação de isolamento adequado, seleção de iluminação e substituição integral de todos os vãos. Será instalado material com bom comportamento acústico nas duas salas principais e no capítulo das acessibilidades, o projeto reflete com rigor o cumprimento das respetivas normas regulamentares.


Exteriormente a intervenção resume-se a trabalhos de manutenção, limpeza e pintura das alvenarias e serralharias, refere o Município na mesma nota.

O projeto do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro (uma homenagem ao pai de Sérgio Ribeiro) tem uma estimativa orçamental na ordem dos 137 mil euros e um prazo estimado de execução de 11 meses. O acervo que aqui será disponibilizado para visita e transmissão de
conhecimento é em grande medida sobre a União Europeia, Economia e a História de Ourém.



2019-02-20

ABRANTES_DOENTES INFETADOS COM GRIPE A NO HOSPITAL OBRIGAM A RESTRIÇÕES ÀS VISITAS

O hospital de Abrantes detetou nove situações de infeção por vírus de Gripe A em doentes internados numa das enfermarias do Serviço de Medicina Interna, tendo decidido limitar as visitas como medida de restrição.

Em declarações à Lusa, a diretora do serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar do Médio Tejo, que abarca as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas (Santarém), confirmou a "quadro de infeção aguda do sistema respiratório em nove doentes ocasionada pelo vírus influenza, com elevado potencial de transmissão", tendo referido ser "prematuro" falar em surto de Gripe A.

"É Gripe A, mas aguardamos os resultados das análises pedidas ao Instituto Ricardo Jorge para perceber qual a sub-estirpe do vírus", disse Fátima Pimenta, tendo adiantado que em Torres Novas não há casos assinalados e que, "em Tomar, há também um doente registado, mas que já foi internado com esse diagnóstico", ao contrário do que sucede em Abrantes.

Segundo a responsável, os nove doentes "estavam internados em Abrantes por outros quadros clínicos", dando conta que o contágio terá sido feito por pessoas que visitaram familiares ou amigos que estavam internados na unidade hospitalar de Abrantes.

"Começámos a detetar estas situações no início da semana, com doentes a apresentarem febre repentina e tosse, dor de garganta, fraqueza, corrimento nasal e dores de cabeça, entre outros sintomas que vieram a revelar a presença do vírus", disse Fátima Pimenta, referindo que "não há médicos ou enfermeiros" afetados pelo vírus influenza.

Os nove doentes, a quem foi "administrada terapêutica antivírica", foram "encaminhados para o fundo de uma ala da enfermaria", medidas que, "por ser um vírus muito contagioso, levou o CHMT a tomar medidas de restrição às visitas", no hospital de Abrantes, tendo a responsável observado que, "na maior parte dos casos, os efeitos da gripe A passam ao fim de poucos dias e o vírus não deixa sequelas".

Em comunicado, o CHMT refere que estas medidas "entram em vigor no imediato", sendo limitado o número de visitas por doente e reduzido o horário das visitas, que ficará compreendido entre 16:30 e as 19:30, sendo obrigatório o uso de máscara, que será disponibilizada no exterior da enfermaria.

Segundo a mesma nota informativa, estas medidas restritivas "visam a proteção de todos, em particular os doentes, mas também as visitas, população em geral, e profissionais de saúde", e "manter-se-ão enquanto forem necessárias, podendo ser eventualmente adaptadas a novas realidades que decorram do evoluir da situação".

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 255 mil habitantes de 12 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.


2019-02-15

FÁTIMA_PEREGRINOS DE FÁTIMA TERÃO EM OUTUBRO 200 KM DE CAMINHO MAIS SEGURO

O percurso de 200 quilómetros criado pela Associação Caminhos de Fátima (ACF) e por 14 municípios do Norte e Centro, para garantir mais segurança aos peregrinos religiosos, deverá estar concluído em Outubro, revelou hoje fonte ligada ao projecto.

Em causa está o “Caminho do Centenário”, que pretende melhorar o trajecto entre Vila Nova de Gaia e o Santuário de Fátima, em Leiria, através dos concelhos de Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha, Águeda, Anadia, Mealhada, Coimbra,
Condeixa-a-Nova, Soure, Pombal e Ourém.

Fonte da Câmara da Feira diz que todo o percurso deverá “ficar concluído em Outubro deste ano”, após uma intervenção que prevê, por parte da ACF, “o reforço da sinalização rodoviária e a colocação de sinalética direccional”, e, por parte das autarquias, a construção de passeios, a
requalificação de bermas e a criação de corredores pedonais.

Emídio Sousa, presidente da Câmara da Feira, admite que “o projecto já tem dois anos de atraso, considerando que a ideia inicial era que o caminho estivesse pronto no centenário [das aparições de Fátima] e a tempo da visita do Papa em 2017”, mas reconhece também que o prazo disponível para concretização da obra era “manifestamente curto” em 2015, quando essa foi anunciada.

Ainda assim, o autarca defende que o Caminho do Centenário continua a revestir-se “de toda a pertinência para o futuro”, dado o seu potencial para a redução da sinistralidade associada às romagens a Fátima.

“Todos os anos há atropelamentos de pessoas no caminho até ao santuário e o nosso objectivo é diminuir o número de acidentes e proporcionar aos peregrinos uma viagem mais segura até ao seu destino”, realçou à Lusa.

As 15 entidades envolvidas na nova rota pretendem assegurar aos peregrinos o que a Câmara da Feira descreve como um itinerário “maioritariamente alternativo ao IC2 e à EN1” e que, embora paralelo ao já disponível Caminho do Norte, terá melhores condições de segurança “sem [lhe] acrescentar distância e altimetria significativas”.

Na Feira, em concreto, a autarquia pretende não só diminuir a sinistralidade nos principais períodos de peregrinação a Fátima, mas também proporcionar aos caminhantes um roteiro “mais calmo, tranquilo e apelativo, indo ao encontro da estratégia nacional do Turismo de Portugal para promoção e divulgação dos caminhos religiosos que atravessam o país”.

No global, o investimento estimado para criação do Caminho do Centenário é “superior a quatro milhões de euros”, sendo financiado na “sua maioria por fundos comunitários” afectos ao programa Portugal 2020 e “suportado no restante pelos municípios integrantes”.

Só em Santa Maria da Feira, onde um peregrino terá que percorrer cerca de 23 quilómetros na sua viagem até Fátima, o investimento será de 250.000 euros, dos quais 168.000 assegurados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

LUSA


2019-02-15

ALVAIÁZERE_CÂMARA ACEITA TODAS AS COMPETÊNCIAS A TRANSFERIR DO ESTADO À EXCEPÇÃO DO ESTACIONAMENTO PÚBLICO E VIAS DE COMUNICAÇÃO

A Câmara Municipal de Alvaiázere aceita todas as competências a transferir do Estado, à excepção dos decretos-leis relativos ao estacionamento público e às vias de comunicação.


A Câmara de Alvaiázere quer assumir as competências nas áreas das praias, jogos de fortuna ou azar, justiça, bombeiros voluntários, atendimento ao cidadão, habitação e gestão do património imobiliário público. De fora ficam as competências nos domínios das vias de comunicação e
estacionamento público.

Além destas, foi ainda aceite a transferência das competências para a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) na área da promoção turística e dos projectos financiados por fundos europeus e programas de captação de investimento.



2019-02-14

LEIRIA_DESTACAMENTO AMERICANO EM MONTE REAL COM IMPACTO DE QUASE 1ME NA ECONOMIA LOCAL

A presença de um destacamento norte-americano de mais de 300 militares na Base Aérea de Monte Real, em Leiria, tem um impacto de quase um milhão de euros na economia local, estimou hoje o comandante da base.

O destacamento, que chegou no dia 01 e fica em Monte Real até dia 22, terá um impacto de “870 mil euros” na economia local, tendo em conta as consultas que a base aérea fez junto do comércio local, envolvendo alojamento, alimentação ou aluguer de viaturas, disse aos jornalistas o
comandante da base, João Gonçalves, no âmbito da visita do embaixador norte-americano em Lisboa, George Glass, ao local.

O destacamento de militares dos Estados Unidos da América (EUA), que trouxe consigo 18 caças F-16, tem como base ‘mãe’ Spangdahlem, na Alemanha, está a treinar com a Força Aérea Portuguesa e a testar as capacidades em termos de pessoal e material.

Além deste destacamento, em Janeiro, a Base Aérea de Monte Real recebeu a Força Aérea da Dinamarca, durante 15 dias, tendo sido estimado um impacto de 288 mil euros na economia local.

“Se juntarmos outro destacamento da Marinha dos Estados Unidos, em Novembro”, regista-se um impacto de mais de 1,5 milhões de euros num espaço de quatro meses, vincou o comandante João Gonçalves.

Segundo o responsável da base aérea situada no concelho de Leiria, “tem havido um incremento do número de destacamentos” que treinam em Monte Real, considerando que tal deve-se à credibilidade da base e da Força Aérea Portuguesa.

Para a Força Aérea Portuguesa, estes destacamentos são também uma oportunidade de trabalhar a interoperabilidade com forças estrangeiras
bem como realizar exercícios de grande escala “com cenários mais complexos”, vincou.

O comandante de um grupo de esquadras norte-americano, o coronel James Bailey, frisou que a experiência em Monte Real “tem sido fenomenal”.

“Portugal oferece áreas de treino fenomenais e é óptimo integrar com a equipa daqui”, sublinhou, considerando que os dois países fazem exercícios já “a um nível muito, muito elevado”.

LUSA


2019-02-14

OURÉM_MUNICÍPIO INTEGRA EMPRESA INTERMUNICIPAL “TEJO AMBIENTE”

A Câmara Municipal de Ourém aprovou a proposta presente à reunião de Câmara extraordinária de 8 de fevereiro, que define a constituição de uma empresa intermunicipal de serviços de abastecimento público de água, saneamento e águas residuais e recolha de resíduos urbanos. Esta empresa denominada “Tejo Ambiente – Empresa Intermunicipal de Ambiente do Médio Tejo E.I.M., S.A.” reúne seis municípios do Médio Tejo (Ourém, Ferreira do Zêzere, Mação, Tomar, Sardoal e Vila Nova da Barquinha) e permitirá a candidatura a fundos
comunitários para infraestruturas de água e saneamento, já que, ao abrigo de uma imposição legal, apenas as entidades integradas em sistemas intermunicipais estão aptas a fazê-lo.

A criação da empresa intermunicipal “Tejo Ambiente” deverá possibilitar um encaixe na ordem dos 10 milhões de euros nos próximos cinco anos, o que permitirá expandir a rede de saneamento básico no concelho e atingir uma taxa de cobertura de cerca de 60%. As zonas prioritárias estão definidas e com obras a decorrer atualmente em Cercal, Espite, Fátima e Matas, seguir-se-ão Boleiros, Estrada de Minde (que só será requalificada após as obras de saneamento), Bairro, lugares limítrofes da cidade de Ourém, Rio de Couros e Urqueira.

A “Tejo Ambiente” terá um capital social de 600 mil euros e o Município de Ourém uma participação de 32,37%, ou seja, 194.237 euros. Após parecer positivo da ERSAR e aprovação por unanimidade em reunião de Câmara, a proposta será agora submetida a apreciação da Assembleia Municipal, estando a efetiva constituição da entidade sujeita à prévia autorização do Tribunal de Contas.


2019-02-14

OURÉM_RALLY VILA MEDIEVAL DE OURÉM 2019 COM APOIO DO MUNICÍPIO DE OURÉM

A reunião de Câmara de 8 de fevereiro foi palco da aprovação de um protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Ourém e o Centro Cultural e Recreativo do Olival para a realização do Rally Vila Medieval de Ourém 2019.

O evento, que é já uma referência no desporto motorizado capaz de promover o concelho a nível nacional, vai ocorrer a 16 e 17 de março de 2019 e está incluído no Campeonato do Centro de Ralis e no Desafio Kumbo Master.

A Câmara Municipal, enquanto parceira do evento juntamente com a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, deliberou atribuir um apoio financeiro consignado à realização do Rally Vila Medieval de Ourém 2019 no valor de 35 mil euros. A proposta foi aprovada por unanimidade e a autarquia compromete-se ainda a apoiar logisticamente o Centro Cultural e Recreativo do Olival, contribuindo para o desenvolvimento do desporto motorizado no concelho.

2019-02-14

LEIRIA_MÉDICOS DO CENTRO ALERTAM QUE HOSPITAL DE LEIRIA ESTÁ À BEIRA DA RUTURA

A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (OM) denunciou hoje que o serviço de urgência do Hospital de Santo André, em Leiria, está à "beira da rutura".Numa nota enviada à agência Lusa, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos considerou que é uma "calamidade aquilo que está a assolar o serviço de urgência do Hospital de Santo André", de tal forma que está "à beira da rutura".

"Sem outra alternativa, os doentes são colocados na sala de espera sem as mínimas condições" e "muitos outros nem em 12 horas são atendidos".

Segundo a nota, "os casos são de tal forma graves que estão a chegar à Ordem dos Médicos várias dezenas de declarações de responsabilidades em que os médicos denunciam, com detalhe, as situações de extrema gravidade".

"Na especialidade de Medicina Interna, por exemplo, a Ordem dos Médicos já recebeu mais de 50 declarações. Exigimos medidas concretas ao Ministério da Saúde para sanar esta calamidade. São necessários mais recursos humanos, mais condições para a Urgência", apelou o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, citado no comunicado.

Nas situações reportadas, referiu a Ordem, no mês de janeiro, "há casos em que três especialistas e dois médicos internos de Medicina Interna recebem, na passagem do turno da urgência, mais de 80 doentes, muitos dos quais sem avaliação médica durante mais de 12 horas, tal a avalanche de doentes e os desajustados recursos humanos".

"Mais grave ainda é que, nestes casos, a mesma equipa médica está também de apoio aos doentes internados da Medicina Interna e apoio a todas as urgências das restantes especialidades do internamento (excetuando Pediatria)".

"Por não estarem asseguradas as condições mínimas de acolhimento aos doentes no serviço de Urgência do Hospital de Santo André", a Ordem exige ao Ministério da Saúde "que possa adequar a estrutura do hospital à sua área de influência e que atribua os recursos humanos e financeiros à verdadeira realidade desta instituição vital para a região".

"Se nada for feito, a cada dia, é mais um acumular de riscos para os doentes", reiterou Carlos Cortes.

Carlos Cortes adiantou que "todos os casos que estão a chegar à Ordem dos Médicos são do conhecimento do Conselho de Administração e da Direção Clínica do Centro Hospitalar de Leiria".

"Esta situação está a passar a linha vermelha, há camas e macas por todo o lado, é desumano o que está a acontecer no Hospital de Santo André", denunciou.

Carlos Cortes lamentou ainda que os "profissionais de saúde não tenham condições para praticarem cuidados de saúde adequados aos doentes e em total segurança".

"Esta é a razão pela qual entregaram as declarações de responsabilidade. Apesar de todas as dificuldades, têm dados provas de atos de heroísmo permanentes".

2019-02-01

LEIRIA_HOSPITAL ATIVOU PLANO DE CONTINGÊNCIA E REGISTA ELEVADISSIMA PROCURA

O Centro Hospitalar de Leiria já ativou o plano de contingência face à "elevadíssima procura" pelo Serviço de Urgência Geral do Hospital de Santo André, disse o Conselho de Administração em resposta à agência Lusa.

Algumas corporações de bombeiros denunciaram hoje que as macas retidas no Hospital de Santo André (HSA) estão a deixar dezenas de ambulâncias inoperativas, sem possibilidade de fazerem socorro.

"Estamos completamente inoperacionais. Das cinco ambulâncias de socorro, não temos nenhuma disponível por falta de macas. Neste momento, não tenho resposta para uma emergência que possa acontecer", revelou o comandante dos Bombeiros Voluntários da Maceira, Luís Ferreira.

Em resposta escrita à Lusa, o Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Leiria adiantou que "o Serviço de Urgência Geral do HSA tem registado elevadíssima procura, muito acima da capacidade instalada".

"Atendendo à procura registada, o hospital já acionou o seu Plano de Contingência, utilizando as camas disponíveis, cancelando a atividade programada e reforçando as equipas", revelou o Conselho de Administração.

Segundo a mesma fonte, os "casos não urgentes (classificados como verdes e azuis) continuam a representar cerca de metade dos atendimentos, situações que poderiam e deveriam ter sido resolvidas sem o recurso às urgências hospitalares”.

“Mas recebemos igualmente muitos casos de doença aguda a que temos, naturalmente de dar resposta, 24 horas por dia, sete dias por semana".

Os responsáveis lembram que o "Serviço de Urgência é o último acesso na rede de cuidados e, por isso, é forçado a dar resposta a todos os que o procuram e não têm resposta noutros locais".

Garantindo que estão a "fazer os possíveis para dar resposta a todas as situações", o Conselho de Administração espera que "dentro de algumas horas a situação possa normalizar".

Não obstante, o Conselho de Administração apela à "colaboração de todos os intervenientes na rede de cuidados, e também dos utentes, para que as urgências hospitalares sejam usadas de forma correta".

"Recordamos que, em caso de doença, o primeiro contacto deverá ser para a Linha SNS 24 (808 24 24 24), que disponibiliza aconselhamento e encaminhamento em situação de doença e dúvidas com medicação”.

Os Bombeiros Voluntários de Leiria também têm macas 14 horas retidas nas Urgências: "Como não têm macas para os doentes, ficam com as nossas. As ambulâncias ficam inoperacionais por falta de material", afirmou o comandante Luís Lopes, revelando que na sua corporação ficaram com seis veículos fora de serviço.

Com duas macas de reserva, os Bombeiros Voluntários da Marinha Grande têm tentado gerir com recurso a este material.

"Por vezes, permite deixar lá uma maca e substituí-la pela suplente. Mas isso só sucede quando há material compatível e nem todas [macas] o são", disse o comandante Vítor Graça.

Mas, quando não é possível, os bombeiros são obrigados a declarar a ambulância inoperativa.


2019-01-28

FÁTIMA_JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE VAI REVITALIZAR IGREJA PORTUGUESA DIZ CARDEAL DE LEIRIA

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em 2022 será "um momento de revitalização que porá à prova o dinamismo da Igreja portuguesa", afirmou hoje o cardeal de Leiria-Fátima, referindo-se à escolha de Lisboa para acolher a JMJ.

O cardeal D. António Marto considerou que acolher a próxima JMJ em 2022 será “uma graça para a Igreja e para o país” e será um momento “de revitalização da Igreja, que movimentará famílias, grupos de jovens, paróquias e dioceses e porá à prova todo o dinamismo da Igreja portuguesa”.

Em comunicado divulgado na página oficial do Santuário de Fátima, o cardeal sublinhou ainda a importância de Fátima no contexto da realização das jornadas.

“Nossa Senhora está sempre presente neste evento da Igreja; esteve-o, de resto, nesta Jornada do Panamá, com a presença da Imagem número 1 da Virgem Peregrina de Fátima, diante da qual vimos o Santo Padre a rezar de forma impressionante, e certamente Fátima, como espaço, atrairá a peregrinação de muitos dos jovens que se deslocarem a Lisboa”, afirmou D. António Marto.

O cardeal não tem dúvidas de que quer a Igreja portuguesa quer o Estado “estarão à altura” do acontecimento que será “um desafio e uma oportunidade” para mostrar como os portugueses são hospitaleiros.


O cardeal D. António Marto sublinhou também o facto de Portugal se abrir a outras culturas e de dar “uma atenção especial à lusofonia, aos povos de língua portuguesa, sobretudo aos que vêm do Continente Africano, que ainda não teve a graça de ter recebido a organização de uma jornada como esta”.

“Será de facto um momento de grande dinamismo e estou certo de que quer a Igreja quer o Estado português vão estar à altura de abraçar tamanho desafio”, reforça o prelado diocesano de Leiria-Fátima, uma das três dioceses vizinhas da Capital, a par de Santarém e de Setúbal.

No domingo, no final da Jornada Mundial da Juventude 2019, que decorreu entre 22 e 27 de janeiro na Cidade do Panamá, foi anunciado o nome da cidade de Lisboa como a próxima capital da juventude católica de todo o mundo em 2022.

As Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) são consideradas o maior evento organizado pela Igreja Católica.

À missa assistiram o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, em representação do Governo, o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, e o embaixador de Portugal no Panamá, Pedro Pessoa e Costa.

O cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, e cinco bispos portugueses (das dioceses de Lisboa, Guarda, Coimbra, Braga e Bragança-Miranda), assim como outros padres portugueses concelebraram a eucaristia.

A escolha de Portugal e, concretamente, de Lisboa, era expectável.

2019-01-28

ALVAIÁZERE_MUSEU MUNICIPAL CONTINUA A PROMOVER ATELIERS EDUCATIVOS

De 14 a 23 de Janeiro de 2019 os Serviços Educativos do Museu Municipal de Alvaiázere dinamizaram mais um atelier (no âmbito do projeto “Aprendo a crescer – Jogos: Evolução dos jogos ao longo do tempo”) com as crianças a frequentar o Ensino Pré-escolar do Agrupamento de
Escolas de Alvaiázere.

Nesta actividade, os petizes foram convidados a assistir a uma encenação que os conduziu da Pré-história à Idade Média; após “um espectáculo de magia” (segundo as crianças) onde cores e movimentos remeteram os seus pensamentos para o mundo da fantasia, houve espaço para o diálogo e para as reflexões: “afinal, os puzzles e os «legos» não eram brinquedos antigos; os romanos tinham vários jogos; nos torneios medievais os participantes não se podiam magoar”; falou-se ainda de como é que eram as roupas, o que faziam no tempo de lazer, que instrumentos musicais já conheciam, como é que eram as festas nos castelos, entre outras.

De seguida, todos os participantes foram incentivados a serem os protagonistas de um teatro romano. Assim desenvolveram, em grande grupo, um jogo de expressão dramática. Foram manhãs de muitos “uaus”, uma folha de jornal transformou-se num castelo, o pensamento ganhou forma, criaram, sentiram, exploraram e descobriram movimentos com a finalidade de transmitirem algo através do seu próprio corpo de forma expressiva, criativa e num ambiente imaginário.

Em síntese as crianças através de improvisações exploraram e manipularam os elementos – corpo, espaço, energia, relação e pensamento remetendo para o período romano.

Através destes ateliers, totalmente gratuitos, direccionados para a comunidade educativa, o Município de Alvaiázere continua a assumir-se como um importante veículo de promoção de cultura e de formação extracurricular para as crianças e jovens do concelho de Alvaiázere.


2019-01-24

ALVAIÁZERE_5º CICLO DE PALESTRAS DE INVERNO EM MAÇÃS DE DONA MARIA

No próximo Domingo, dia 27 de Janeiro de 2019, 15 horas, vai iniciar-se a primeira das três sessões do 5º ciclo de palestras de Inverno no auditório da Junta de FreguesiaMaçãs de Dona Maria.

São três palestras por sessão que pretendem contribuir para desvendar o passado histórico-cultural da região da antiga Comarca das Cinco Vilas com destaque para a vila de Maçãs de Dona Maria.
Assim nesta primeira sessão o Dr. Álvaro Clemente Pinto Simões falará de "Atividades económicas de Maçãs de Dona Maria no início do século XX”, o Dr. Mário Rui Rodrigues abordará o tema "Maçãs de Dona Maria no século XVIII” e o "O impacto da Guerra Colonial nas Cinco Vilas" ficará a crago do Dr. Manuel Augusto Dias.

As Palestras de Inverno de 2019, contam com o apoio da Junta de Freguesia de Maçãs de Dona Maria.

2019-01-24

OURÉM_CÂMARA APROVOU PROJETOS DE UNIDADES DE CUIDADOS DE SAÚDE DE ALBURITEL, OLIVAL E SOBRAL

Os projetos de execução das Unidades de Cuidados de Saúde de Alburitel, Olival e Sobral foram aprovados por unanimidade na reunião de Câmara de 21 de janeiro. Estes projetos representam um investimento superior a 735 mil euros e são uma ambição antiga das populações em causa.

Em Alburitel, o projeto de execução refere-se à requalificação do antigo Jardim de Infância existente na freguesia, destinando-o a Unidade de Cuidados de Saúde num investimento estimado de 228.132,19€, ao qual acresce IVA à taxa legal em vigor.

A Unidade de Cuidados de Saúde de Olival está projetada para a antiga Escola do Ensino Básico do 1º Ciclo, edifício que se insere no tecido urbano da localidade de Olival e cuja requalificação está orçada em 325.057,44€ (mais IVA à taxa legal em vigor).

Por fim, a requalificação do antigo Jardim de Infância permitirá a instalação de uma Unidade de Cuidados de Saúde em Sobral, freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias. Este projeto apresenta uma estimativa orçamental de 185.718€, ao qual acresce IVA à taxa legal em vigor.

Numa nota à imprensa o Município refere, que os projetos de execução das Unidades de Cuidados de Saúde de Alburitel, Olival e Sobral dispõem de pareceres favoráveis da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e da Associação Nacional de Proteção Civil, garantindo o cumprimento das normas regulamentares aplicáveis.


2019-01-24